Thursday, May 26, 2011

Eu ia falar do trabalho, reclamar da criatura caótica burra louca. Próximo assunto, please. Ando assim, com a cabeça cheia de coisas, coisas de todos os tipos, coisas práticas, coisas filosóficas, coisas engraçadas, coisas extremamente tristes, coisas, muitas e variadas coisas.  A solidão é uma prisão. E também é a forma mais extrema de liberdade. Asas, montanhas, precipícios. Eu não tenho grana, eu gasto demais. Vivendo além das minhas posses, porque é o único jeito. Ou é a inanição. O Brasil é um país estrangeiro. Tambores, sinais de fumaça, correios & telégrafos, mediunidade. Um passinho à frente faz favor e você mudou de lugar, nada nunca será como antes, essa eu aprendi com uma criatura angelical adorável que anda por aí fazendo o mundo mais suportável. Eu quero que as pessoas todas do mundo sejam felizes, eu quero música, soundtrack pra minha vida. E também quero meditar todo dia, evoluir, crescer e ter um sorriso enigmático(yeah yeah yeah baby, eu também quero). Ele se mandou pra Istambul e eu fiquei pra sempre imaginando amores exóticos.
"Todo dia é o mesmo dia a vida é tão tacanha." Então tudo anda assim meio sambolero, Dolores nervosa, língua nos lábios, sol & vento na pele. A vida gay do Lawrence da Arábia, os dedos sensuais do Bola de Nieve nas teclas do piano. E aquela voz.
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