Thursday, November 12, 2009

Cheguei em casa tardíssimo do trabalho. Foi o metrô, o ônibus, o trânsito, o desvio, o caralho. Eu amo muito essa cidade, mas tem horas em que eu penso seriamente em mandar tudo pra merda e me enfiar pra sempre no mato mais remoto onde não tem carro, telefone, internet, não tem comunicação, não tem modernidade. Uma vontade gigantesca de isolamento, de solidão, de paz.
O mato, o mato, o mato, o cachorro, a galinha, o alface, o cheiro, o gosto, o tato.
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