Thursday, January 25, 2007

Onde eu nasci passa um rio. Um rio amarelo lamacento.
Como as tristes almas que o margeiam.
Um rio de lágrimas, um rio de dores amarelas.
Um rio de almas lamacentas.

1 comment:

Julio Cesar Corrêa said...

Uau, que lindo! Infelizmente, esse mundo está cheio de almas lamaçentas, que se proliferam com uma rapidez impressionante.
gd ab e ótimo fimde