Sunday, November 21, 2010

Dos domingos chuvosos. Todos. De um certo nó na garganta, de uma ansiedade indefinida, dos diversos tons da cor negra. De se sair por aí, pelas ruas, sem direção ou rumo, apenas tentando distrair as dores, diverti-las, fazê-las desistir de mim. Eu nunca tive domingos de sol. Dentro bem fundo nas minhas entranhas é sempre domingo, e chove. As minhas dores se alimentam de chuva, das lágrimas que me recuso chorar.
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